22.9.18

Mais 12 livros que dá vontade de ler só pelo título


Há alguns anos fiz um dos meus posts favoritos do blog, e um dos mais acessados, sobre 20 livros que você também leria só pelo título. O nome de uma obra é tão importante quanto sua capa e sinopse. Às vezes, ele é o suficiente para convencer um leitor de pegar aquele livro para ler! Um bom título consegue, ao mesmo tempo, contar algo sobre a história que nomeia e ainda fazer brotar  inúmeras perguntas na nossa cabeça, nos deixando curiosos para devorar aquela obra. Contudo, alguns autores conseguem ir além de um bom nome e dar ao seu livro um título único, com jogos de palavras interessantes ou um aspecto humorístico, filosófico ou provocador. Pensando nisso, e como é divertido descobrir novas obras, me aventurei mais uma vez pelo Skoob e reuni mais 15 livros dá vontade de ler só pelo título! Conheçam-os:

Leia também:


- Me chame pelo seu nome (André Aciman): um título que ficou bem conhecido nos últimos tempos, quando ganhou também as telas de cinema. Além de ter uma sonoridade boa, esse nome é intrigante. Parece um pedido tão impactante e íntimo, não? O que nos faz perguntar: quem está fazendo essa solicitação inusitada? E pelo nome de quem essa pessoa quer ser chamada? Sem dúvida um título muito inteligente e intrigante, que passa o mesmo ar de romance proibido e doce que a história parece ter!

A longa viagem a um pequeno planeta hostil (Becky Chambers): esse título tem uma beleza etérea que parece se estender a sua história também. Eu amo que o nome da obra já deixa claro que se trata de uma ficção científica que envolve uma viagem espacial, o que por si só já me deixa louca para devorar a história. Contudo, gosto que o título também nos intriga, nos fazendo perguntar porque o planeta ao qual os personagens se dirigem é hostil e porque eles estão indo para lá, em primeiro lugar. Intrigante e poético, o nome dessa ficção científica já me deixou louca para lê-la.

16.9.18

Resenha: Céu Sem Estrelas - Iris Figueiredo


A HISTÓRIA

Cecília acaba de fazer 18 anos, mas não sente que tem muito pelo o que comemorar. Ela não sabe quem seu pai é, perdeu seu emprego na livraria, não fez nenhuma amizade na faculdade e vive entrando em conflito com a mãe. Às vezes, Cecília sente que tudo é demais e que vai se afogar nos sentimentos sombrios que, de tempos em tempos, a tomam. Mas, mesmo uma bagunça por dentro, Cecília se força a sorrir e guarda seus problemas para si. Ela odeia incomodar as pessoas e gosta menos ainda de mostrar o que está sentindo.

“Cecília era uma caixinha de segredos e mentiras, tentando encobrir as partes feias da vida e pintar uma versão melhor de si mesma para o mundo.” Bernado, pág. 161

Bernado sabe que é sortudo pela vida que tem, mas não consegue não se sentir… vazio. Intercalar as aulas da faculdade com festas, bebidas e mulheres só é divertido até certo ponto. Contudo, Bernado não sabe o que mais fazer no seu tempo, afinal, um relacionamento está fora de questão e estudar não é tão animador assim. Bernado só consegue se desligar da sua rotina fútil, do casamento em pedaços dos pais e da sua irmã irritante, Iasmin, quando está lendo, o que não o impede de continuar sentindo que algo está faltando em sua vida. Cecília daria tudo para ter uma família perfeita como de sua melhor amiga, Iasmin. Mas isso está muito longe do seu alcance. Prova disso é que a mãe a expulsa de casa sem qualquer hesitação.

12.9.18

Resenha: A Cortesã - Nahra Mestre


A HISTÓRIA 

Marie Bourdon não é uma dama e nem o deseja ser. Criada no mais famoso bordel de Paris, ela também não sonha em se tornar uma cortesã ambiciosa e fria como a sua tia. A mulher gostaria apenas de ser livre, de ter uma família e poder viver de suas criações como modista. E, para tornar seus planos realidade, Marie passou anos juntando dinheiro para fugir. Até que um cavalheiro inglês surge professando seu amor e jurando libertá-la do bordel. Contudo, a fantasia morre um ano depois, quando Marie vai para a Inglaterra e descobre que o homem dos seus sonhos já é casado. Mais do que isso, ele é cruel e Marie acaba na rua, sem dinheiro e sem seu bem mais precioso.

9.9.18

9 livros para quem amou Para Todos Os Garotos Que Já Amei


O universo literário ficou em polvorosa desde que anunciaram que o incrível romance da Lara Jean ia virar filme. E, ainda mais do que todos imaginavam, o longa de Para Todos os Garotos Que Já Amei foi um sucesso estrondoso, sendo considerado um futuro clássico das comédias românticas adolescentes! E o filme mais que merece o mérito todo! A versão cinematográfica de Para Todos os Garotos Que Já Amei é apaixonante. Com um elenco cheio de química, uma trama envolvente e uma protagonista representativa, é impossível não amar a adaptação.

E, eu não sei vocês, mas eu fiquei me sentindo um pouco órfã depois de ver Para Todos os Garotos Que Já Amei. Fui tão envolvida pelo romance da Lara Jean que fiquei com um gostinho por mais no final. Nem preciso dizer que espero ansiosamente que os próximos livros da trilogia sejam adaptados, assim como que eu ainda tenha oportunidade de ler toda a série. Mas, enquanto isso não acontece, podemos nos contentar com outras obras tão fofas e divertidas como Para Todos os Garotos Que Já Amei. Por isso fiquei muito tentada a fazer essa TAG literária inspirada na obra! Ela foi criada pela incrível Melina Souza (no seu canal do Youtube), mas eu conheci a TAG Para Todos os Garotos Que Já Amei mesmo no Instagram da Bianca, o @estantevioleta.

A brincadeira é simples: escolher um livro para cada um dos personagens do livro/filme. E já aviso para se prepararem, porque escolhi algumas obras bem bacanas! Sem mais delongas, conheçam 9 livros para quem amou Para Todos os Garotos Que Já Amei:

Leia também:


1. LARA JEAN: um livro com protagonista "não padrão"

Tem alguns livros incríveis que eu poderia citar aqui, como O Sol Também É Uma Estrela, com uma mocinha negra e jamaicana, ou Dumplin', que traz uma heroína gorda. Contudo, resolvi fazer diferente, e indicar uma obra com uma protagonista não padrão mas não em questões físicas. A Tash, do maravilhoso Tash e Tolstói, de Kathryn Ormsbee, é assexual heterorromântica, o que significa que não sente atração física pelo gênero oposto, mas que é sim capaz de se apaixonar e amar um garoto. Eu adoro esse livro por mostrar que os romances jovens podem fugir do óbvio e tratar de questões séries, como sexualidade, sem cair em clichês ou ficarem chatos. E, como a mocinha do livro tem uma famosa websérie baseada na obra de Tolstói, eu imagino que a Lara Jean, uma garota dos nossos tempos apaixonada por livros, com certeza amaria a obra!

8.9.18

Resenha: Um Pequeno Favor - Darcey Bell


A HISTÓRIA

Stephanie é uma jovem viúva que se dedica inteiramente a criação de seu filho… e a seu blog, onde narra um pouco das suas experiências maternas. Mas, enquanto no blog é uma pessoa bastante positiva, feliz por poder ser uma mãe em tempo integral, na realidade é um pouco diferente. Stephanie é solitária. As outras mães da pequena cidade onde vive evitam sua companhia e, assim, ela não tem com quem compartilhar seus medos e anseios mais profundos, assim como os segredos sombrios do seu passado. Stephanie sabe que todo mundo esconde alguma coisa, mas os pecados dela superam os de muita gente.

“Sabemos quando uma amiga está nos pedindo, pedindo de verdade, um pequeno favor. É a maneira como ela diz. E fazemos o que ela precisa, não importa o quê.” Stephanie, pág. 275

Contudo, tudo muda quando Emily, a mãe do melhor amigo do filho de Stephanie, se aproxima dela. Emily é completamente diferente de Stephanie. Uma mulher estilosa, que trabalha para um figurão da moda e ainda tem tempo de ser uma mãe dedicada e uma esposa carinhosa. Além disso, Emily arranja tempo para trocar confidências com Stephanie, que se sente grata por ter uma amiga tão incrível. Contudo, a amizade das duas é interrompida quando Emily desaparece. Ela pede um pequeno favor, que Stephanie pegue seu filho depois da escola, e depois some completamente.